sábado, 28 de março de 2009
terça-feira, 24 de março de 2009
Sono e sonhos
Entender em que pedaço de matéria me transformou
O intocável "ser matéria".
Que impalpável, existe no imaginário
O ideal de um fato partidário que a utopia defende amar
E o que é amor pra você?
Onde para a vida pra eu lhe esperar?
... Sou impaciente, disso você não ia gostar
Na verdade “se” Djavan imaginasse ainda não seriamos música,
Talvez um plágio de amores passados que no presente não existem
Que dos alegres e dos tristes seres continuam a existir nas gavetas particulares
Mas será que as gavetas foram bem fechadas?
-Não sei, não tinham travas.
Queria uma nova,
Uma cômoda toda NOVA!
Que eu pudesse nunca guarda algo mais palpável que meus sonhos
Quem sabe você, aceitasse o pedacinho que existe lá
Dos meus sonhos embaralhados com meu sono
Guardados na possibilidade do novo!
O intocável "ser matéria".
Que impalpável, existe no imaginário
O ideal de um fato partidário que a utopia defende amar
E o que é amor pra você?
Onde para a vida pra eu lhe esperar?
... Sou impaciente, disso você não ia gostar
Na verdade “se” Djavan imaginasse ainda não seriamos música,
Talvez um plágio de amores passados que no presente não existem
Que dos alegres e dos tristes seres continuam a existir nas gavetas particulares
Mas será que as gavetas foram bem fechadas?
-Não sei, não tinham travas.
Queria uma nova,
Uma cômoda toda NOVA!
Que eu pudesse nunca guarda algo mais palpável que meus sonhos
Quem sabe você, aceitasse o pedacinho que existe lá
Dos meus sonhos embaralhados com meu sono
Guardados na possibilidade do novo!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Sempre Frágil!
Meu gostar é sempre frágil
Ele precisa ser alimentado e muitas vezes já foi machucado
Eu brigo quando necessário,
mas é desnecessário compra briga no seu caso
Quem sabe o acaso resolva algo
Algo além dos nossos conceitos de certo ou errado
Tempo ou hora exata, uma conta mascarada
Eu crio o segundo que ainda vai chegar
Às vezes com a preguiça do não querer
Às vezes com a passada marcada do relógio
Meu ser é ilógico
E qualquer tipo de loucura é bem-vinda
Elas são as minhas curas como balsamo para as feridas
Não sei se amanhã vou te esperar
Quem sabe?
Eu nem sei mesmo se o amanhã virá!
Ele precisa ser alimentado e muitas vezes já foi machucado
Eu brigo quando necessário,
mas é desnecessário compra briga no seu caso
Quem sabe o acaso resolva algo
Algo além dos nossos conceitos de certo ou errado
Tempo ou hora exata, uma conta mascarada
Eu crio o segundo que ainda vai chegar
Às vezes com a preguiça do não querer
Às vezes com a passada marcada do relógio
Meu ser é ilógico
E qualquer tipo de loucura é bem-vinda
Elas são as minhas curas como balsamo para as feridas
Não sei se amanhã vou te esperar
Quem sabe?
Eu nem sei mesmo se o amanhã virá!
quinta-feira, 12 de março de 2009
Novo suspiro
Não faz sentido, mas a falta de sentido me dá imaginação. E se eu não posso eu fico imaginando...
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