sexta-feira, 13 de março de 2009

Sempre Frágil!

Meu gostar é sempre frágil
Ele precisa ser alimentado e muitas vezes já foi machucado
Eu brigo quando necessário,
mas é desnecessário compra briga no seu caso
Quem sabe o acaso resolva algo
Algo além dos nossos conceitos de certo ou errado

Tempo ou hora exata, uma conta mascarada
Eu crio o segundo que ainda vai chegar
Às vezes com a preguiça do não querer
Às vezes com a passada marcada do relógio
Meu ser é ilógico
E qualquer tipo de loucura é bem-vinda
Elas são as minhas curas como balsamo para as feridas

Não sei se amanhã vou te esperar
Quem sabe?
Eu nem sei mesmo se o amanhã virá!

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