terça-feira, 24 de março de 2009

Sono e sonhos

Entender em que pedaço de matéria me transformou
O intocável "ser matéria".
Que impalpável, existe no imaginário

O ideal de um fato partidário que a utopia defende amar
E o que é amor pra você?
Onde para a vida pra eu lhe esperar?
... Sou impaciente, disso você não ia gostar

Na verdade “se” Djavan imaginasse ainda não seriamos música,
Talvez um plágio de amores passados que no presente não existem
Que dos alegres e dos tristes seres continuam a existir nas gavetas particulares

Mas será que as gavetas foram bem fechadas?
-Não sei, não tinham travas.

Queria uma nova,
Uma cômoda toda NOVA!
Que eu pudesse nunca guarda algo mais palpável que meus sonhos
Quem sabe você, aceitasse o pedacinho que existe lá
Dos meus sonhos embaralhados com meu sono
Guardados na possibilidade do novo!

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